1 de fevereiro de 2012

Hugh Hefner nos cinemas

Depois do documentário Hugh Hefner: Playboy, Ativista e Rebelde, o criador de nossa revista predileta voltará aos cinemas, dessa vez interpretado por James Franco em Lovelace, filme que retratará a trajetória de vida da lendária atriz pornô Linda Lovelace, ainda em fase de produção. No filme, ainda sem previsão para ser lançado, Hugh Hefner aparecerá na première de Garganta Profunda, de 1972, o filme mais importante da carreira de Linda, que a levou ao estrelato - curiosamente, tempos depois, ela se engajou em movimentos anti-pornografia, até morrer em um acidente de carro em 2002. Além de James, Lovelace conta com um bom elenco, tendo Amanda Seyfried no papel-título. Lembrando que há outro filme como o mesmo propósito, Inferno, com Lindsay Lohan como Lovelace.

James Franco já caracterizado como Hugh Hefner no set de Lovelace. Até que parece, não?

(Obrigado, Helder)

DNA brasileiro

Uma vez assimilado o estilo de um fotógrafo, fica fácil identificar imagens de sua autoria, mesmo sem crédito. O ensaio de capa de fevereiro da Playboy Alemanha, com Nina Bott, se de cara não entrega que foi clicado por Autumn Sonnichsen, ao menos nos faz desconfiar, pois todas as suas características estão impressas no ensaio: cenas leves, naturais, intimistas e muitas vezes pouco convencionais, como nas fotos em que a estrela foi fotografada debaixo d'água (aqui, ela fez isso com Cacau, em abril de 2010). Outra coisa interessante a ser observada é o destaque que Autumn gosta de dar ao bumbum das mulheres. Ela própria confessou que é a parte do corpo feminino que mais gosta. Não fosse sua nacionalidade entregue pelo sutil sotaque, juraríamos que é brasileira.

Considerando que não há nudez frontal, e lá os ensaios costumam ser mal editados, o resultado ficou ótimo

Imagens: Reprodução.

30 de janeiro de 2012

A capa de fevereiro, com Jéssica Amaral

Tem um mamilo escapando nesta capa. Mas, ei, eu não deveria estar falando o bumbum?

Esta capa de fevereiro promete dividir opiniões. Quem clama por algo que saia do feijão-com-arroz, que valoriza poses inusuais certamente aprovarão. Eu não estou nesse grupo. Desaprovei por diversos motivos, e um deles é o estranhamento imediato que a capa causa - pelo menos em mim. Não acho que a capa valoriza o bumbum de Jéssica Amaral, que deveria ter sido exibido com a finalidade de tornar inquestionável o merecimento do título atribuído a ela, o de dona do bumbum mais bonito do país, e esse desfoque compromete ainda mais a coisa - se ele é o protagonista, faz sentido aparecer desfocado? Também não considero-a ousada e atraente, só parcialmente atípica. Para mim, só é mais um caso onde a intenção foi surpreender pelo "inusitado", desconsiderando fatores importantes, e pondo em risco a aceitação do público. Mas, pra quem como eu prefere o habitual à experimentação esquisita, teremos capa alternativa em fevereiro, daquelas bem clichês, mas onde é possível observar a beleza sem muito esforço, com nitidez total, e não só em um rosto.

29 de janeiro de 2012

Wishlist

Tenho uma lista de edições de Playboy que me chamam muito a atenção, que eu gosto por algum motivo (pode ser só pela capa, estrela, ensaio, criatividade...) e infelizmente não possuo, e que compartilho com vocês agora (só da década de 80). Muitas dessas edições são raras de encontrar, outras são vendidas a um preço exorbitante que me recuso a pagar e outras, conforme minha experiência de garimpo, são quase impossíveis de achar num estado de conservação bacana, sobretudo as de capa branca, que geralmente são extremamente amareladas. Espero, com este post, colher depoimentos de outros colecionadores que também garimpam e encontram dificuldade. E, quem sabe, tocar o coração de alguma alma caridosa que queira me presentear com alguma. :-)

Destas, gosto de Cristina Valença (mai/82) e Nice Meirelles (fev/83) somente pela capa. A primeira é clássica, bonita e se destaca pelo fato de a estrela estar sentada numa TV (ideia reproduzida com Fani em 2007), enquanto a segunda faz meus olhos brilharem pela composição de cores, mesmo sendo bastante simples, e a estrela de capa uma desconhecida. Já as demais estão na lista pelas mulheres (Sônia Braga 84, Sandra Bréa 81, Yoná Magalhães, Magda Cotrofe 87 e Elba Ramalho), cada uma com seu apelo particular, da relevância de uma estrela de primeira grandeza até a feiura.

Estas são as que mais desejo da década de 80. As de Christiane Torloni (mar/83 e nov/84) eu não preciso dizer a razão. São supervalorizadas no mercado, ainda que o exemplar esteja caindo aos pedaços. A capa de Sydne Rome (fev/82) me encanta pela simplicidade (desejava que a capa de close do retorno de Adriane Galisteu fosse parecida com esta), já Mariette (nov/88) me chama a atenção por ser única, por não ter nenhuma outra parecida, além de mostrar a estrela de uma forma leve e divertida. A admiração pela capa de outubro de 1980 vem desde quando eu era criança e ganhei um recorte da reprodução em miniatura desta capa, dado por um amigo que recortou do pôster de uma edição da mesma década. Rosemary (mar/85) é outro desejo antigo. O capão é um dos melhores by Trípoli, imprimindo seu estilo, da sensualidade opulente. Todas que espero ter...

Clique familiar

A capa abaixo é a da Playboy Alemanha de fevereiro. E a autora da foto é uma querida conhecida nossa, a Autumn Sonnichsen, que há um bom tempo não assina um ensaio para a Playboy daqui.
Volta para o Brasil porque estamos carentes de fotos suas, Autumn!

28 de janeiro de 2012

E a Luiza, que estava no Canadá, hein?

Me perguntaram se eu sabia de alguma coisa a respeito do interesse da Playboy pela tal Luiza do Canadá, sendo que sequer havia visto notícia sobre isso. Mas não é preciso ter contato com alguém da revista pra concluir que trata-se apenas de especulação. O dia que Playboy resolver dar capa a mulheres de virais da internet, esquecidas à velocidade que ficam conhecidas, estaremos ferrados...

Olha, Luiza, você é até bonita, mas se sua chance de ser capa da Playboy Brasil é quase remota, da Playboy Canadá, então, que nem existe...

- Se fosse assim eu também mereceria capa! rsrsrs

Aquecimento para fevereiro

Nesta sexta-feira Playboy divulgou em seu site um vídeo-teaser bem curtinho do ensaio de Jéssica Amaral, capa de fevereiro. A capa, segundo informaram no Twitter, será divulgada na segunda-feira.

As imagens são legais e promissoras, apesar de rápidas. Vamos aguardar

25 de janeiro de 2012

As entrevistas da edição de janeiro

Como acontece há um certo tempo, janeiro, para a Playboy, é o mês da Edição de Humor. Marcelo Adnet e Monica Iozzi, os escolhidos para o entrevistão e 20P, respectivamente, são personalidades de destaque do universo do riso cuja presença na revista já era aguardada pelos leitores, sendo, portanto, escolhas felizes. A entrevista de Adnet, conduzida por Adriana Negreiros, mostra o outro lado do humorista, uma faceta mais séria, reforçando o clichê de que quem faz rir, em sua essência, é sem graça, como pontua o texto de apresentação (muito bom, aliás). Apesar de ter falado sobre questões mais despretensiosas, que poderiam ter rendido momentos mais leves, Adnet mantém-se sério demais, consciente demais, político demais. Então, nesse sentido, a entrevista é chata, apesar de a entrevistadora ter feito um excelente trabalho e o entrevistado não ter recuado em nenhuma pergunta. Já a de Monica Iozzi tem de sobra o que mais falta na de Marcelo Adnet: humor. Nathan Fernandes, responsável pela entrevista, foi munido de perguntas que extraíram de Monica Iozzi as respostas mais sacanas e engraçadas possíveis. Excelente. E a foto, de Victor Affaro, ficou bacana.

Como ainda estou em ritmo de férias, não concluí a leitura da edição de janeiro. Pelo que li aleatoriamente, a impressão foi positiva. Ao concluir, se der, escrevo mais sobre a edição

P.S.: Tem mais dez perguntas para Monica Iozzi no site da Playboy. Confiram lá.
Imagem: Reprodução.

Lá vou eu, lá vou eu...

Aline Prado em foto de backstage da produção feita para a Playboy do próximo mês

Foi divulgado pelo Ego a escolhida da Playboy para abrir a seção Happy Hour em fevereiro: Aline Prado, a Globeleza. O que me surpreendeu positivamente, porque há tempos eu esperava uma aparição dela na revista. E digo mais: ainda espero poder vê-la na capa. Quem sabe em fevereiro do próximo ano? Além de ser uma mulher atraente e com bastante destaque nesta época do ano, sua capa amenizaria a frustração que temos pelo fato de Valéria Valenssa, a primeira Globeleza, nunca ter sido, e posado somente para ensaio interno. Mas, para que isso acontecesse, primeiro teriam que desistir do concurso Preferência Nacional. O que, convenhamos, não seria má ideia...


Alguns momentos das aparições de Valéria Valenssa em Playboy, em 1993 e 1995: estrela desejada para a capa, que, para nossa frustração, nunca aconteceu

Fotos: Divulgação/ Reprodução.

Dona Fifi no Gugu

Gugu mostrando (mais uma vez) a Playboy de Vanessa Zotth em seu programa: publicidade gratuita

Aposto que muitos aqui lembram o quanto a Playboy já foi divulgada na TV, coisa que atualmente raramente acontece. Pelo que me recordo, o auge da divulgação aconteceu nos anos 90, que, não por acaso, foi o período do boom em vendas, dos ensaios mais marcantes. Muitas estrelas eram entrevistadas pelo Jô Soares e Hebe e quase todas marcavam presença no Domingo Legal, sem dizer as grandes e clássicas matérias no Fantástico (Marisa Orth, Débora Rodrigues, S(c)heilas...) e aparições em outros programas.

Como eu ainda era só uma criança, lembro vagamente de algumas dessas aparições de estrelas de Playboy na TV. A mais marcante pra mim foi quando Carina Girardi, capa de dezembro de 1998, participou do Domingo Legal. Até hoje guardo a imagem de Gugu mostrando a capa da edição, que adorei imediatamente, e Alessandra Scatena mostrando uma foto ou outra, sempre censurando as áreas estratégicas com a mão (saudade!).

O que me fez relembrar disso tudo foi o vídeo abaixo que achei no YouTube, onde Gugu mostra a Playboy deste mês, com Vanessa Zotth.


Olhaaaaaaaa!